segunda-feira, 13 de abril de 2026

Tudo o que vejo



O que vejo cabe na palma da minha mão,

lugar a lugar,


da madrugada ao anoitecer,


tudo é sempre igual no caminho do meu ser;

mas que importa esta desgraça?,

se cada lugar por onde a gente passa

de leve

não pode prometer

que ninguém há de morrer.



 

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